Se o suicÃdio o atormenta, se a dor psicológica se está a tornar insuportável, procure ajuda! Existem inúmeras pessoas prontas para lhe prestar toda a ajuda necessária, respeitando as suas ideias, as suas crenças, os seus problemas, respeitando acima de tudo o seu valor enquanto pessoa. Veja aqui algumas das respostas à s questões frequentes e como obter ajuda. |
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Um breve apontamento histórico-biográfico impõe-se, não só pela exigência de uma salutar curiosidade mas como uma evocação reconfortante para os investigadores animados por desÃgnios cientÃficos comuns e por uma inquietação de que são imperiosos e urgentes novos procedimentos e novas atitudes perante o ser humano potencialmente suicida em Portugal, isto é, mais e melhor prevenção do suicÃdio. Foi em 1996, na Pousada de Santa Cristina, em Condeixa, nas 1as. Jornadas sobre Comportamentos Suicidários, co-organizadas pela ClÃnica Psiquiátrica dos Hospitais da Universidade de Coimbra e pela Consulta de Prevenção do SuicÃdio – da qual é coordenador há quase 10 anos o Prof. Doutor Carlos Braz Saraiva – que começou a germinar a ideia de uma associação cientÃfica nesta área do conhecimento, aproveitando o trabalho e o entusiasmo de algumas Escolas ligadas a Serviços de Psiquiatria – de que é exemplo o Núcleo de Estudos do SuicÃdio, fundado pelo Prof. Doutor Daniel Sampaio – Saúde Pública, com maior ênfase para o Alentejo, Medicina Legal e disciplinas afins como Enfermagem, Psicologia e Sociologia. Assim, um pulsar pela suicidologia e uma confluência natural de investigadores, levariam à fundação da SPS – composta por 56 sócios fundadores, sendo o primeiro signatário o Prof. Doutor Adriano Vaz Serra, catedrático de Psiquiatria em Coimbra – e à s suas primeiras eleições em Março de 2001, que elegeram para a Assembleia Geral: Daniel Sampaio, Fernando Areal, Sara Alegre, Olga Ordaz e Joana Lobo; para a Direcção: Carlos Braz Saraiva, Bessa Peixoto, Costa Santos, Francisco Alte da Veiga, Cristina Villares Oliveira, LuÃs Louzã Henriques e Nazaré Santos; para o Conselho Fiscal: Fidalgo Freitas, Mário Jorge Santos e Cristina Paz. Personalidades de diferentes disciplinas, camaradas da mesma nau, empenhados em levar a bom porto a SPS. Academia cientÃfica também de visão humanÃstica, honrada por poder acolher técnicos de áreas complementares. Assim será mais fácil cumprir os objectivos estatutariamente propostos; não só a formação em suicidologia mas também o prosseguir da implementação de estratégias de professores motivados para estas questões do desespero-desesperança e consequentemente mais atentos a sinais de alarme, melhor conhecimento de factores de risco e precipitantes das condutas suicidas. Do mesmo modo, o investimento a nÃvel dos médicos de famÃlia afigura-se prioritário pelo papel relevante no despiste de sÃndromes pré-suicidários. Consultas especializadas a nÃvel hospitalar que possam fornecer cuidados médicos, psicoterapêuticos e de assistência social são também desejáveis. Este aspecto do serviço social é importante na medida em que uma grande parte dos chamados factores de risco não são exclusivos ou explicáveis pela psiquiatria, cometem a outros poderes, do polÃtico aos media. Assim, se apresenta a Sociedade Portuguesa de Suicidologia, tendo como objecto social a actividade cientÃfica, cultural e social, o aperfeiçoamento humano, organizativo, técnico, ético e de formação, a investigação, promoção e educação para a saúde, a concepção e a execução de projectos no domÃnio do estudo e investigação do suicÃdio e condutas suicidas. |
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